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Plantas, Animais e Paisagem. Da Iconografia à Iconologia na Pintura dos séculos XV e XVI em Portugal

APRESENTAÇÃO | 6 maio ’21 | 18h00  | Sala de Exposições Piso 1 | Entrada livre (limitada a 21 lugares)

Sónia Talhé Azambuja, arquiteta paisagista e historiadora de Arte, identifica pela primeira vez sistematicamente paisagens, plantas e animais (170 de flora e 137 de fauna) em obras da Pintura portuguesa dos séculos XV e XVI – Gótico Final, Renascimento e Maneirismo. Partindo de três áreas científicas de investigação, História da Arte (Iconografia, Icononímica e Iconologia), História Natural (Botânica e Zoologia) e Arquitetura Paisagista (Paisagem), a autora descodifica ainda o seu significado simbólico, 500 anos após a sua produção pictórica.

A obra, numa edição conjunta Scribe, ARTIS-IHA da FL/ULisboa e CML (2021)/Lisboa Capital Verde Europeia 2020,  é apresentada por Vítor Serrão e Teresa Andresen, autores do prefácio, e a sessão conta ainda com a participação de José Sá Fernandes, vereador da CML e de Maria Inês Cordeiro, diretora da BNP, bem como da autora.

Sónia Talhé Azambuja avança com uma proposta de definição e classificação da paisagem em cinco tipologias, que proporcionam uma nova perspetiva sobre o seu papel na pintura, tal como foi vista pelos pintores portugueses dos séculos XV-XVI, como António de Holanda, Álvaro Pires, António Fernandes, Jorge Afonso, Vasco Fernandes, Gregório Lopes, Cristóvão de Figueiredo, Garcia Fernandes, entre muitos outros.

O livro, profusamente ilustrado, apresenta ainda um Roteiro com 100 pinturas de museus e coleções nacionais, organizadas por regiões, que incluem o Museu Nacional de Arte Antiga, a Academia das Ciências de Lisboa, o Arquivo Nacional da Torre do Tombo (Lisboa); o Museu Nacional Soares dos Reis (Porto); o Museu de Alberto Sampaio (Guimarães); o Museu Nacional Grão Vasco (Viseu); o Museu Nacional Machado de Castro (Coimbra); o Museu de Évora – Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo, entre outros.


Sónia Talhé Azambuja licenciou-se em Arquitetura Paisagista pelo Instituto Superior de Agronomia (ISA) em 2000, e obteve os graus de mestrado (2006) e de doutoramento (2015) em Arte, Património e Restauro pela Faculdade de Letras da ULisboa. É professora universitária desde 2003, sendo atualmente professora auxiliar convidada de Arquitetura Paisagista do Instituto Superior de Agronomia da Universidade de Lisboa (ISA/ULisboa), e da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade do Algarve (FCT/UAlg), onde é regente de História da Arte Contemporânea, História da Arte dos Jardins e História e Teoria da Arquitetura Paisagista. Leciona também no doutoramento em Arquitetura Paisagista e Ecologia Urbana do ISA/ULisboa, FC/UPorto e UCoimbra. É investigadora do CEABN-InBio/ISA/ULisboa e colaboradora do ARTIS/IHA/FL/ULisboa.

Atualmente é presidente da Associação dos Amigos do Jardim Botânico da Ajuda (AAJBA) e, desde 2010, coordena as obras de conservação e restauro do Jardim Botânico da Ajuda. Tem participado em diversos projetos de investigação nacionais e internacionais, apresentando regularmente artigos em congressos científicos internacionais.

É autora de diversos artigos científicos, de capítulos de livros e do livro A Linguagem Simbólica da Natureza. A Flora e Fauna na Pintura Seiscentista Portuguesa (1.ª ed. Lisboa: Nova Vega, 2009; 2.ª ed. Lisboa: Scribe, 2017), que se tornou obra de referência sobre o significado das plantas e dos animais na Arte em Portugal. www.soniaazambuja.com

 
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