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Fotografia Impressa e Propaganda Visual em Portugal (1934-1974)

EXPOSIÇÃO | 20 maio '19 | 18h00 | Galeria do Auditório | Entrada livre / até 30 ago.´19


Comissariada por Filomena Serra e Paula André esta exposição revisita a História do Estado Novo português através da fotografia impressa e da propaganda visual, resultando de um projeto financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia que envolveu investigadores de várias universidades e instituições.

As obras e as imagens fotográficas apresentadas – em diálogo entre si –  são apenas um pequeno conjunto selecionado de um extenso levantamento onde avultam revistas, álbuns fotográficos, foto-livros, catálogos e folhetos, provenientes do espólio do Secretariado Nacional da Informação (SNI) existente na Biblioteca Nacional de Portugal.

Também o Secretariado da Propaganda Nacional se apropriou, a partir dos anos 30, das fórmulas ensaiadas e divulgadas pelos regimes totalitários e autoritários, por via da globalização da fotografia, do desenvolvimento da imprensa de massas e dos novos processos de impressão fotomecânicos.
No âmbito da Política do Espírito de António Ferro (1895-1956), a fotografia impressa encontra a sua primeira grande expressão no álbum Portugal 1934.

Através da fotografia Impressa é possível rever, reler e remontar a História do Estado Novo português, apostado em construir através da propaganda visual um imaginário de Portugal e do seu Império Colonial como uma  “unidade orgânica e indivisível” e multi-racial: um Portugal idealizado e sem conflitos. Essas imagens fotográficas foram assim divulgadas e repetidas, nos seus sentidos conotativo e
denotativo, em inúmeras edições de revistas ilustradas, álbuns fotográficos, cartazes, folhetos ou catálogos de grandes exposições.

No âmbito da Exposição será realizado um Colóquio Internacional intitulado Quando a Fotografia Impressa faz a História e organizado um calendário de sessões de filmes realizados durante o Estado Novo, e outros mais recentes, com depoimentos dos fotógrafos, o moçambicano Ricardo Rangel e o português Eduardo Gageiro.